"A ditadura perfeita terá a aparência da democracia, uma prisão sem muros na qual os prisioneiros não sonharão sequer com a fuga. Um sistema de escravatura onde, graças ao consumo e ao divertimento, os escravos terão amor à sua escravidão."
sábado, 30 de maio de 2026
Conversas Improváveis (90) - Deus Existe Mesmo
quinta-feira, 11 de setembro de 2025
Conversas Improváveis (88) - Pegar numa Caneta e Unir Constelações
Durante a tarde uma amiga mandou-me uma foto de uma parte do corpo.
Agora à noite:
quarta-feira, 6 de agosto de 2025
Alter Ego
quarta-feira, 14 de maio de 2025
Conversas Improváveis (86) - Mãe-de-Sete
quarta-feira, 9 de abril de 2025
As Baratas que Votam no Chinelo e Comemoram com Inseticida
terça-feira, 8 de outubro de 2024
Conversas Improváveis 85 - O Mercado Auto-Regula-se
Falávamos do preço absurdo das casas - a propósito, obrigado Montenegro, os jovens agradecem o apoio que o governo deu e que originou novos aumentos nos preços das casas - e eu falava no dogma dos neoliberais que acreditam na intervenção divina da mão invisível e que "o mercado auto-regula-se".
Ao que ela responde com esta brilhante frase:
"O mercado auto-regula-se. A cada dez anos há uma crise financeira para regularizar tudo!"
sábado, 31 de agosto de 2024
Conversas Improváveis 84 - Carros Voadores e Ananases num Hipermercado
O cinema prometeu carros voadores, disseram-nos quando eu era pequeno que as máquinas iriam trabalhar para nós, que, com a chegada dos computadores (e eu ainda sou do tempo das máquinas de escrever) o papel iria deixar de se usar.
E, afinal, o papel só se deixou de usar nas cartas de amor porque as únicas cartas que ainda recebemos são com contas para pagar. A socialização passou da rua para os ecrãs dos telemóveis. No entanto, apesar das redes sociais prometerem conectar as pessoas, elas nunca como agora estiveram tão sozinhas e até os sites de encontros estão em declínio. E acabamos todos sós, a marcar encontros com ananases numa campanha de marketing de um qualquer hipermercado perto de si.
quinta-feira, 23 de maio de 2024
Conversas Improváveis (83) - Não Voto Desde Passos Coelho
Conheci-o e estive com ele uma única vez, há uns bons anos, dez talvez. Curiosamente, dizem-me, que, de vez em quando, lá vai perguntando por mim. Aposto até que, este desconhecido, se lembra mais de mim do que as minhas ex-namoradas! (sim, Konigvs, por isso é que são ex-namoradas! Tá, certo!)
Dessa conversa não poderia ter esquecido que ele mencionou as Ginkgo biloba que estão no Parque Infante Dom Pedro. Estava à frente de uma repartição pública, se não me engano mencionou atender estrangeiros e que estava a estudar física quântica, ou qualquer coisa do género.
Estivemos novamente juntos, e pude presenciar que entregou à aniversariante, uma prenda que tinha com ele há vinte anos e abrir-se uma quase cápsula do tempo em formato sarcófago.
Conversa vai, conversa vem, e porque o tema da política é sempre incontornável, dispara, para reflexão:
"Não voto desde Passos Coelho. Conheci duas mulheres que os maridos se suicidaram por causa dos cortes salariais e consequentes problemas financeiros, então, não mais votei".
domingo, 11 de fevereiro de 2024
Conversas Improváveis (80) - Quando a Geringonça do PSD-CH€GA Vier Isso Acaba
Há uns meses uma amiga perguntou-me se tinha interesse em ir ver um determinado concerto em meados deste ano. Como não sou muito de fazer fretes digo que não, mas, se precisar de companhia, é uma questão a ver-se, ainda que até lá, em meio ano, muita coisa possa acontecer!
"Daqui até Maio tem tempo... De qualquer forma é preciso arranjar bilhete. Isso é que não vai ser fácil. Deve ser o caos no site, como habitual. Vou ver...
Sim, está tudo em crise mas há uma classe média que esgota tudo que é evento!
Deixa lá. Quando vier a geringonça PSD-CH€GA isso acaba".
quarta-feira, 7 de fevereiro de 2024
Conversas Improváveis (79) - Como se Cura uma Neura?
No refeitório da empresa noto que uma colega, em silêncio, está metida nos seus pensamentos e pergunto:
Que se passa Marisa? Estás bem?
Estou com a neura.
- Estás com a neura?
Sim!
- "Como se cura uma neura?", pergunta a Juliette.
"Fácil", respondo eu. "Com um vibrador"!
segunda-feira, 1 de janeiro de 2024
Conversas Improváveis (78) - Pensar à Empresário
Ultimamente e, fruto do mero acaso, de duas pessoas que se encontram para uma venda informal, tenho-me vindo a encontrar com vários empresários. E é curioso também analisar que, a maioria dos meus clientes, por certo é de um nível socio-económico elevado, e não é porque o que quer que eu tenha para vender seja caro, mas sim porque quem tem dinheiro quer fazer a melhor compra possível e compara sempre preços.
Desta vez tínhamos estado à conversa, por telemóvel, um bom bocado de tempo. Retive aquele pensamento de que até no jardim vivemos de modas: primeiro foram as orquídeas, as estrelícias, depois as plantas aromáticas, as proteas, e agora vivemos a moda dos catos e das suculentas. E se o vizinho tem, eu também quero ter.
Ele tinha pedido a um funcionário para vir com ele buscar um cato bastante grande que eu tinha à venda porque o carro comercial que ele tinha era maior para acondicionar a planta. Até que, de repente, comenta-se sobre o meu carro, um chaço de 1995. O homem que, logicamente tem um belo Mercedes, curiosamente tem também um Toyota Starlet igual ao meu, mas de cinco lugares, ao passo que o meu é só de dois, o que permite que, apesar do carro ser pequeno, tenha uma mala muito generosa.
Lá me perguntou quantos quilómetros tem o meu carro, e, surpreendentemente, disse-me que gosta muito mais do Starlet que tem do que do Mercedes. Porque é pequeno e estaciona em qualquer lugar, porque é muito económico e porque não avaria. É um Toyota!
Bom, isto leva-me a concluir que já ando a pensar à empresário!
sábado, 9 de dezembro de 2023
Conversas Improváveis (77) - O Filho do Empresário
Os encontros acontecem quando menos se espera, mas acontecem mais com aqueles que falam mais com estranhos. Dois estranhos, dois homens, encontram-se na rua e ficam tanto tempo a conversar que os telemóveis de ambos acabam por tocar várias vezes, como se fosse a realidade a chamá-los à razão.
Um dos candidatos à liderança do PS assumiu-se como "neto de sapateiro e filho de empresário". Ora se eu tivesse que me assumir com uma frase semelhante diria que sou neto de criança que aos quatro anos teve que andar a pedir e filho de mulher que, muitas vezes, ainda tinha que chamar os bois antes de ir para a escola sem calçado de jeito.
O desconhecido que tinha à minha frente, bem mais jovem do que eu, e conforme a conversa foi avançando confessou que nasceu num berço de ouro. Filho de empresário daqueles que tem fábrica e emprega pessoas. Foi muito interessante. Dois berços completamente diferentes e, não terá sido por isso mesmo surpreendente que me tenha confessado ter votado no CH. Mas, entretanto, arrependeu-se. Ao que parece apercebeu-se que só contestam mas não apresentam soluções.
Falamos bastante de política. Perguntou-me o que achei de Passos Coelho... Bom, muito haveria a dizer sobre Passos Coelho. O primeiro-ministro mais impreparado no momento mais difícil da nossa democracia. O político, como tantos outros do PSD, que mentiu em campanha eleitoral. Passou a vida a gritar "chega de austeridade" e depois foi o que se viu. Salivavam quando se falava na eventualidade de se ter que se chamar o FMI, chumbou-se o PEC4, o governo caiu, veio o FMI e fomos para eleições. PSD e CDS formaram governo e logo se seguida chegaram os cortes de salários e o aumento "colossal" de impostos e o discurso do temos que empobrecer. E eu não quero um primeiro-ministro que a única solução que dá é: não sejas piegas, se não estás bem emigra. Um filho quando chora porque tem de comer, os pais têm que fazer de tudo para pôr comida na mesa, e não se virar e simplesmente dizer: "se não estás bem põe-te"! E no entanto, depois de todos esses roubos de salários, reformas feriados, encerramentos de hospitais, tribunais, maternidades e privatizações mal amanhadas, depois de tudo isso, o país ainda teve mais dívida do que em 2011.
Percebi também que tem quase um ódio a António Costa que no entanto acabou por não explicar. No entanto, curiosamente, nutria simpatia por José Sócrates.
Falou-se ao de leve sobre a questão da habituação e, no entender dele, o Estado deveria construir mais casas. Mas depois ficou calado quando lhe coloquei as coisas em perspectiva. Explica-me então, como é que, se Portugal é um dos países mais envelhecidos do mundo, se há escolas a encerrar por falta de alunos - lembrar por exemplo que eu treino ténis-de-mesa numa antiga escola primária que não está a ser utilizada - e então, se a população é cada vez menor, porque raio agora faltam casas? Mas eu expliquei, o problema foram os vistos Gold do tempo de Passos Coelho que este governo PS não quis travar, e o turismo e empresários a comprar ruas inteiras e milhares de pessoas a ser expulsas dos centros das cidades para fazer hotéis e alojamentos locais para turistas. O preço das casas disparou, as pessoas têm de sair do centro das cidades onde trabalham e sair para a periferia (onde os preços também disparam) e os jovens nunca na vida que conseguirão comprar casa com a merda dos salários que se pagam em Portugal, ainda que o salário mínimo tenha sempre subido com este governo.
Foi uma conversa muito interessante, de perspectivas e vivências e de classes sociais muito diferentes. Aliás, lá pelo meio lembrei-lhe que em Portugal, e são dados oficiais da OCDE, um pobre precisa de cinco gerações para subir um degrau na escola social. Portanto, não é bem assim essa tanga do esforço e do mérito. Um pobre tem que subir numa escada rolante que está a descer, ao passo que alguém da classe média ou alta sobre uma escada rolante que está a subir consoante o dinheiro que os papás têm.
E houve empatia. Se não houvesse os dois estranhos não ficariam na rua e ao frio a conversar infinitamente. Ele até falou de coisas pessoais. De ter ido ao psiquiatra do causa do défice de atenção. E que então, finalmente, e vinte e oito anos depois, percebeu como funciona uma pessoa normal. Mas deixou de tomar a medicação porque tomar a droga fá-lo ser outra pessoa. E ele quer continuar a ser a mesma pessoa de sempre, criativa, e que pensa num monte de coisas ao mesmo tempo... (mas eu também penso num monte de coisas ao mesmo tempo e a minha cabeça nunca para de pensar...)
E, mesmo não tendo a mínima simpatia pelo governo, achou ridículo que os media tivessem noticiado que o ministro tinha ganza em casa. Qual é o problema, é proibido? O que é que nós temos que ver com isso? E ele mesmo confessou que, por vezes, também fuma umas cenas. Ainda que, por estes dias, lhe tenha dado uma crise de pânico...
Orgulhosamente falou do mesmo telemóvel que mantém há sete anos. Ah, que pena que já não ando com o Nokia! Mas não deixa de ser curioso. Disse-lhe que se os iPhones forem para três ou quatro mil euros não duvido que as pessoas iriam comprá-los na mesma, mesmo que tenham salários de mil. O que é absolutamente insano e revelador das prioridades trocadas com que vive esta sociedade consumista. E não deixa de ser curioso porque ele, filho de empresário e que vive sem quaisquer dificuldades, não sente necessidade de ostentar, e não ostenta porque não precisa. Porque todos os que o rodeiam sabem que pode ter o que quiser.
Achei delicioso quando ia dizer pret... e censurou-se. Parou, quase que olhou em volta e perguntou se poderia dizer "pretos" a propósito de uma viagem do pai a um país africano. Eu não tenho problemas que digam pretos, eu mesmo o digo. O racismo não está em apontar uma característica pessoal, está sim, depois, em discriminar alguém que vai ver uma casa e nega-se o arrendamento por constatar que essa pessoa é... preta.
Não sou psicólogo e posso estar errado mas pareceu-me que talvez não se integre bem onde está. Ele mesmo disse que não se identifica com os amigos. Talvez esteja ainda à procura de si mesmo e do seu lugar no mundo. Deixou de beber café e começou a tomar banhos gelados - "se toda a gente anda a tomar banhos gelados vou experimentar" e quer-se disciplinar.
Quando lhe falei que mantinha um blogue de jardinagem há uns quantos anos, disse que eu tinha uma pequena mina. "Pesquisa por SEO" (Search Engine Optimization) e disse-me que deveria rentabilizar, fazendo críticas de coisas que poderia comprar e fazer parcerias e depois ganharia dinheiro sempre que as pessoas clicassem nos links. Mas eu sei tudo, só que eu nunca quis fazer do meu blog um trabalho e impingir merdas às pessoas. Os meus blogs são diários. Não quero obrigações, não me interessa ter mais ou menos leitores. Se ninguém me ler, ótimo. Isto é essencialmente para mim. Nem tudo tem que ser feito a pensar em fazer dinheiro.
E, curiosamente, também ele começou a escrever um diário. E será que ele também irá escrever sobre mim?
domingo, 20 de agosto de 2023
sábado, 25 de março de 2023
Conversas Improváveis (75) - Namorado Não Praticante
A propósito da religião e de muita gente dizer que é não praticante (seja isso lá o que for) sai-se o meu colega de trabalho com esta:
"Eu não sou ex-namorado, sou namorado não praticante"!
domingo, 11 de setembro de 2022
Conversas Improváveis (72) - Luta de Classes: O Padre e o Coveiro
Desta última vez que fui com a minha mãe ao cemitério visitar a moradia onde vivem os meus avós e o meu pai, acabamos como é normal a falar também com algumas pessoas que por ali estavam, ainda por cima porque tinha morrido uma pessoa cá na aldeia, e até falamos com o novo coveiro e a senhora que também limpa o cemitério.
O cemitério é um reflexo da sociedade em que vivemos. A permanente ostentação e opulência mesmo depois de mortos. Morre-se, enterra-se e fica um monte de terra com uma cruz. Mas isso não é suficiente! Tem que se meter uma grande pedra por cima (se calhar têm medo que o morto fuja, não sei!) e colocar umas estatuetas grandes e caras!, para mostrar que não é qualquer um. E o parecer. Parecer que gosta muito de quem morreu, indo muitas vezes ao cemitério colocar flores e velas, mesmo que em vida se tratasse a pontapé ou ignorasse completamente (e penso, por exemplo, como os filhos do meu padrasto o tratarão depois de morrer).
Até que a conversa chegou a um ponto em que se falou do valor que o padre cobra para fazer o enterro (e não faço ideia se aumentou por causa da guerra na Ucrânia!) mas deve andar entre 100 e 150€.
O coveiro que é alto e corpulento e mais jovem do que eu diz:
"O padre vem aí e leva cento e tal euros e eu que tenho que dar cabo do corpo a trabalhar levo uma miséria".
sábado, 9 de julho de 2022
Conversas Improváveis (70) - Lóbulos Recessivos
Conversas Improváveis (69) - Mudança de Humor
O cãozito ladra e ela:
"Oh caralho, foda-se, já CHEGA!
sábado, 2 de julho de 2022
Vê com os Teus Olhos ou o Momento Poeta de Before Sunrise
sábado, 4 de junho de 2022
Conversas Improváveis (68): do Ombro Amigo à Mama Amiga
Conversa no trabalho. Relações e infidelidades.
Fazendo só um parêntesis para contextualizar os seguidores-fantasma do blogue que teimosamente ainda resistam em ler o que se passa por aqui, dizer que, depois de sete anos a trabalhar numa empresa que se chama "Terra-Mãe", acabei por não sobreviver à crise dos sete anos e ter mesmo que sair, eu e toda a gente (menos a colega mais velha na empresa) e então, desde o início do ano, estou a trabalhar num outro lugar que se chama "Voz-Calma". Obviamente que sim, só aceito trabalhar em empresas que considere que tenham um nome sonante, que se enquadre no meu perfil, caso contrário rejeito de imediato!
Um dos colegas é da minha opinião. Não há lugar mais propício às infidelidades que o local de trabalho. Eu sempre o disse e por aqui também terei escrito. Esqueçam as redes sociais. É no campo fértil do trabalho, muitas vezes com largas dezenas ou até centenas de trabalhadores, mas também até só com meia dúzia de colegas, como no meu anterior emprego, as coisas dão-se.
Deu-se com pessoas que conheço e deu-se comigo mesmo por isso sei do que falo por experiência própria. Onde houve pessoas a conviver dia após dia após dia é muito mais fácil passar-se do trabalho para o quarto do Hotel ou para a minha casa ou, se quiseres, na tua. Não dizem que os Moteis estão cheios à hora de almoço? Certamente para a sobremesa ou para melhor fazer a digestão!
Quando trabalhei na Nokia, que é uma cidade viking da Finlândia, eu bem ia vendo namoros acontecer e acabarem. A colega do atendimento numa semana chegar ao trabalho com um colega, na semana seguinte chegar com outro. Infelizmente nesse mapa de turnos rotativos não fui incluído, mas alguma coisa de especial aquela colega deveria ter tal era a atração que provocava, mesmo nos colegas casados.
E depois, como disse à minha nova colega que assinou contrato no mesmo dia que eu e que tem idade para ser minha filha (e eu ainda não percebi como de repente sou a pessoa mais velha numa empresa!) tudo é muito lindo aqui entre nós. Damo-nos bem, rimos, dizemos piadas, encomendamos comida, é fixe criar uma boa empatia entre todos. Contudo, com o teu namorado, e por mais que gostes dele, tens que lidar com todas as coisas menos boas. Mas se um dia o deixares por aquele colega de trabalho que está sempre ali, que é simpático e te trata bem, mais à frente perceberás que tudo voltará ao que era com o teu ex-namorado. (De repente já nem sei se estava a falar com a minha colega de trabalho ou se viajei no tempo para falar com a minha primeira ex-namorada que me trocou por um colega de trabalho...)
Entretanto e porque reforcei que o importante é cada casal ter as suas regras e ver o que funciona para si, lembrei uma conversa que tive com uma pintora que conheci no Tinder e que me disse que não levaria nada a mal se o companheiro, e só porque teve uma vontade momentânea, decidiu ir com alguém dar uma valente trancada. Porque são instintos e foi uma coisa do momento e isso é perfeitamente aceitável. Agora registar-se numa cena qualquer e andar à procura de alguém, isso seria traição e seria impensável. Interessante como diferentes pessoas têm diferentes pontos de vista sobre as relações.
Mas mais importante, foi a frase que ficou, rematada pelo meu colega sobre as relações de amizade no local de trabalho. Tomem nota:
"Do ombro amigo à mama amiga é um pequeno passo".
domingo, 22 de maio de 2022
Conversas Improváveis (67) - Por Quantos Centímetros?
Estava a jantar com os meus pais quando, de repente, o meu padrasto comenta:
A minha mãe, que nem sequer liga puto a futebol entra logo a pés juntos:
- Por quantos centímetros?
















