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sábado, 19 de julho de 2025

É o Que dá Escrever Discursos no ChatGPT, Luís!

 


Eu borrava a minha cara com merda e não saía mais de casa. 

Montenegro quer fazer bonito e cita Sophia, que até foi deputada do Partido Socialista, mas acaba a citar o maior comunista de todos: Saramago!

Mas esta até a burrice artificial já sabe.



sexta-feira, 14 de março de 2025

Com o PSD e a AD Acabou-se a Falta de Etica

 Ironicamente, há um ano andavam por aí estes cartazes, assinados por Luís Montenegro, garantindo que com a AD ia-se acabar a "corrupção e falta de ética. Caso para dizer que a realidade ultrapassou a ficção.


Já agora, esta semana, enquanto ia de casa para o trabalho, decidi ouvir o Eixo do Mal da SIC Notícias e uma fase do Daniel Oliveira (foi ele que lembrou deste cartaz), com algumas observações pelo meio dos outros comentadores, chamou-me a atenção:

"Luís Montengro reconstruiu a sua imagem e até o sorriso mudou - revamping - ele antes tinha um sorriso trocista... e até deixou de ser adepto do FC Porto. Dizia-se durante a campanha eleitoral que a vantagem que tinha sobre PNS era a a imagem de honestidade. Essa persona morreu."


Mas sobre o que se está a passar politicamente no país, espero brevemente opinar de forma mais demorada. 

domingo, 27 de outubro de 2024

De Partidos de Gays Homofóbicos Não se Pode Esperar Mais

 O PSD tem social democrata (esquerda) no nome mas saiu do armário e agora identifca-se como CH€GA.

Vai daí e depois de um congresso sem nenhuma ideia, e, se calhar para abafar o escândalo do ministro dos negócios estrangeiros Paulo Rangel que insultou militares, lançou-se o soundbite: é preciso libertar as aulas de cidadania das "amarras ideológicas". Amarras que nós mesmos criamos! 

Recordando:


"Nuno Crato, então ministro da Educação, definiu como estratégico o ensino de temas como a igualdade de género, a sexualidade e o combate aos preconceitos. Disciplina não era obrigatória, mas assumia-se como importante “dotar as crianças e os jovens de conhecimentos, atitudes e valores” que os ajudassem “a fazer opções.”

O PSD agora identifica-se CH e de partidos de gays radicalmente contra os direitos dos homossexuais, não se pode esperar muito mais do que estas anedotas. 

Termino com o humor da Susana Romana, hoje, na Notícias Magazine. Ide ler, aprende-se sempre alguma coisa de política a rir:



quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Despedir o Treinador Que Ainda Nem Sequer Fez Um Jogo

Rui Rio é presidente do Partido Social Democrata (que já foi PPD) há precisamente um ano (13 de Janeiro). Ganhou as eleições depois de Passos Coelho se ter cansado de anunciar a vinda do Diabo, que nunca mais havia jeito de vir.

A primeira pessoa a chegar-se à frente na sucessão foi Rio, ex-presidente da Câmara Municipal do Porto. Na iminência de não ter qualquer oponente, apareceu Santana Lopes (para delírio das Santanetes) que como se sabe "anda sempre por aí". E, mesmo depois de ter dito em 2013 que (depois da porcaria que fez nos quatro meses em que foi primeiro-ministro em 2005) "nem que o vento mudasse dez vezes teria hipótese de voltar a ser primeiro-ministro", foi mesmo a votos para disputar a liderança do PSD. Mas perdeu. 

Rui Rio ganhou com 55% dos votos. Só que Rui Rio começou a mandar no partido, mas contra a maioria dos deputados eleitos pelo PSD e escolhidos por Passos Coelho para o parlamento. E desde então, em vez do partido se unir para tentar ser uma alternativa ao governo socialista (acho que é isso que se deveria chamar, "alternativa" e não "oposição") não, entraram em guerrilha permanente. E o que eu gostaria de saber é, como é que um partido que nem sequer se entende, pode ousar pensar que as pessoas lhes confiarão votos para governar um país?

A liderança foi então disputada por Rui Rio e Santana Lopes porque mais ninguém quis avançar, queimar-se perante a impressionante cavalgada da coligação de esquerda no parlamento. 

O ex-líder da bancada parlamentar, Luís Montenegro, que em pleno período de cortes e roubos de salários teve esta tirada: "A vida das pessoas não está melhor mas o país está muito melhor", que me deixou a pensar até hoje, afinal, o que é um país? Será um pedaço de terra em que não vive ninguém?
Montenegro, muito apoiado para uma eventual candidatura, acabou por decidiu não concorrer à liderança do partido, alegando razões "pessoais e políticas" e por entender que “não estavam reunidas as condições necessárias” para o fazer.

Entretanto passou um ano. Não houve qualquer eleição para tentar aferir da opinião dos portugueses acerca da popularidade de Rui Rio, mas agora sim, já aparece Luís Montenegro a exigir novas eleições no PSD! Claro, agora sim já era o momento certo, porque há um cheiro de poder no ar, porque se avizinham eleições legislativas lá para Outubro!



No Partido Socialista passou-se o mesmo. José Sócrates decidiu abandonar a liderança do partido e José Seguro foi eleito líder do partido com quase 70% dos votos contra Francisco Assis que teve pouco mais de trinta. Repito: António José Seguro foi eleito em 2011 líder do PS com quase setenta por cento dos votos!! 

António José Seguro, como líder do partido, venceu duas eleições: as autárquicas de 2013 e as Europeias de 2014. Só que, de novo, o cheiro a poder já fedia no ar porque havia Legislativas no ano seguinte, em 2015. E foi então que deu à costa a oposição interna. António Costa começou a criticar o líder e a dizer que "não basta ganhar" porque "quem ganha por poucochinho é capaz de poucochinho". 

Olhemos então para o que aconteceu. António José Seguro ganhou duas eleições como líder, mas ao fim de três anos apareceu António Costa para lhe puxar o tapete em eleições internas criticando-o por vencer por "pouco". António Costa vai a votos e, perante o governo mais odiado de sempre, perde para a coligação (PSD+CDS) e com um resultadozinho de 32%!! 

Temos então que, no PS mandou-se embora um treinador que só sabia ganhar por 1-0 ou 2-0 mas ganhava. No PSD são ainda mais inteligentes, querem despedir um treinador que ainda nem sequer fez um só jogo!! 

Não, isto não faz sentido nenhum e estamos a falar dos dois maiores partidos em Portugal. PS e PSD só estão interessados no poder, o resto nada interessa. Vai-se para a política, não para tentar fazer algo pelas pessoas, mas sim para satisfazer clientelas e agendas próprias. E depois queixam-se da escalada de votos em partidos fascistas de extrema-direita.