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domingo, 25 de outubro de 2015

As mulheres querem-se é como as castanhas

Desde que me conheço, e habituado que fui a ouvir diferentes expressões populares, até porque sempre vivi no campo, sempre fui ouvindo dizer que a mulher quer-se como a sardinha: pequenina. Bom, na verdade não sei quem foi o iluminado ou iluminada que que se lembrou de afirmar tal coisa, se calhar alguém que tinha uma mulher baixinha - mais ou menos como o outro que fala dos olhos castanhos, como se a cor dos olhos fizesse uma pessoa. 
Mas ainda assim, eu certamente não queria uma mulher que fosse com uma sardinha, e não me refiro à altura, pois as mulheres, tal como os homens, não se medem pela altura que têm. Mas eu não quereria uma mulher que fosse como uma sardinha, cheia de espinhas, gordurosa, ou então daquelas que para aí se vêem muitas, das congeladas, enxabidas e carregadas de sal, que como se sabe tão mal fazem à saúde. Ou então pior, encontrar uma mulher como uma sardinha moída! E ainda por cima agora a sardinha tornou-se numa elite e está mais cara que o bife, muito pouco acessível às bocas alheias.

Pois então está mais do que no tempo de criar um novo provérbio:

As mulheres querem-se como as castanhas: Quentes & Boas.

E lembrei-me disto ontem, quando preparava umas castanhas que assei no moliço, e por moliço, quero dizer a caruma dos pinheiros, pois noutros lugares do país, moliço significa outra coisa completamente diferente. 







Quentes & boas, mas talvez um bocadinho menos queimadas! Tenho-me por grande especialista a assar castanhas - como se a coisa tivesse alguma coisa que saber! - mas desta feita saíram-me um pouquinho queimadas.