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sábado, 16 de maio de 2015

Sexo com as mulheres do zodíaco

Diz-me de que signo és, dir-te-ei como fodes comigo. Ou não! Toda a gente sabe que os astros nos influenciam, e no que aos signos diz respeito, quem observa as pessoas com atenção e conhece as caraterísiticas gerais, muitas vezes quase pode lançar palpites. Por outro lado, para se conhecer alguém do ponto de vista astrológico é preciso fazer um mapa astral exato, e depois, cada pessoa tem as suas idiossincrasias, e não há duas pessoas iguais. Mas ainda assim, cá fica anotado. Segundo o livro Sextrologia, se eu fosse para a cama com uma senhora de cada signo, a coisa seria mais ou menos assim:  

Mulher Carneiro "a Original"

Ela antevê enormes possibilidades carnais, ele é lento a ler os seus patentes sinais; o comportamento pouco apressado da Carneiro é o que conquista a afeição dele. O sexo é um assunto psicológico - os papeis são invertidos, e exploradas as fantasias de amo/senhor. 

Mulher Touro "a Ideal"

Este laço é forte ao princípio, mas muitas vezes, depois torna-se estático. Mesmo assim é um casal astrologicamente simpático. O sexo é agradável e emocionalmente recompensador: podem estar na cama durante dias. 

Mulher Gémeos "a Dádiva"

Ela tem andado em busca de alguém tão sensível e forte, ele é considerado com uma espécie sensual e determinada. A amizade vem em primeiro lugar, pelo que o sexo raramente é o centro. Na verdade, na cama parecem por vezes relutantes. Mesmo assim ainda há esperança. 

Mulher Caranguejo "a Pérola"

Ela vê nele um tipo seguro e firme - alguém em quem se pode confiar. A volatilidade dela, estimula os cuidados do ***. É uma maldade sustenida a dois - muita parra para pouca uva; choram até se rirem. Na cama, ela é uma cuidadosa professora sexual. 

Mulher Leão "a Impressionante"

Fixação: uma relação entre duas personagens teimosas - ela é caninamente ambiciosa, ele, complacente imóvel - que é difícil de manter, mas há uma recompensa pela tentativa: as tensões emocionais geram uma excitação sexual excecional.

Mulher Virgem "o Recetáculo"

Material para o casamento: ele é facilmente dominado pela adoração que dela emana, ela aceita a terna tutela que lhe é proporcionada. Existem obstáculos, mas normalmente são ultrapassados . Seja como for, desde o início que é sexo a arder em lume brando. 

Mulher Balança "o Encanto"

Ela entra repentinamente na vida dele, apresentando-lhe novas experiências sensuais, ele entrega-se a todos os excessos lúbricos. Este laço pode nunca passar da camada superficial - vivem em "mundos" diferentes - mas a ligação erótica é séria. 

Mulher Escorpião "o Espécime"

Ele é uma espécie de tipo submisso que ela espera moldar. Qualquer aliança entre estes dois astros opostos é pura obsessão. Deve esperar-se que se viciem um no outro: a paixão raia a selvajaria. 

Mulher Sagitário "a Especialista"

Ao terem muito em comum - especialmente uma necessidade de atenção - chocam-se nas coisas essenciais: ela é mais feliz lá fora, no mundo, ele prefere os prazeres caseiros. Apesar de tudo, sexualmente é uma relação sumtuosa. 

Mulher Capricórnio "a Dormente"

Cada um deles acha a outra parte capaz de verdadeiro amor. Ainda que estes signos de terra sejam emocionalmente alinhados - raramente abrem garras - ela, imaginando que ele anda perdido, impõe restrições. Na cama, fazem apelo a uma comunicação mais clara. 

Mulher Aquário "a Visão"

Ela faz o ninho com alguém "normal". Por ironia, ele explora o lado escuro da mente dela. Ocorrem então mudanças enormes e avassaladoras. Aquário está acostumada a mais paixão, para ele, ela é a exceção exótica. 

Mulher Peixes "o Sonho"

Ela é hiperfêmea das fantasias dele, e a sua imediata devoção é tudo quanto ela precisa como prova: ele é "o único". A harmonia reina no céu. O desejo sexual de ambos é pressionante - cada um agrada e deleita o outro.

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"Os homens fortes e viris são o ideal da mulher Carneiro. A mulher Touro tem na cama o seu elemento preferido, enquanto a mulher Gémeos, a mais nervosa do Zodíaco, pensa pouco no parceiro. A mulher Caranguejo inclina-se para o primeiro que repare nela, ao passo que a mulher Leão é uma predadora natural: centra-se num único homem, marcando-o como seu território exclusivo. A mulher Virgem é senhora de uma atracção sexual que perdura durante muito tempo. De todas as mulheres, Balança é a mais bela e justa, faltando-lhe, no entanto, sensualidade. Se há mulher que sabe de que é feita a sexualidade, essa é a Escorpião. Mais, mais e mais é o lema da mulher Sagitário. A mulher Capricórnio é a menos exibicionista do Zodíaco, enquanto a mulher Aquário vê sempre o lado bom das situações. A mulher Peixes é a mais ousada do Zodíaco".

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

O mestre

Andava eu este domingo nas traseiras da casa, sozinho, nos meus trabalhos de fim-de-semana, quando fui ligar um pequeno rádio, outrora despertador, para ouvir qualquer coisa, e enquanto passava pelas emissoras, de repente ouço a voz do Júlio Machado Vaz. De imediato sintonizei a estação, coloquei o volume no máximo, para que conseguisse ouvir, e lá fiquei a ouvi-lo ao longe enquanto trabalhava.

Sempre tive o hábito de ouvir rádio, hábito que terei herdado de meu pai. E na maior parte das vezes, prefiro ouvir algo que possa aprender, que propriamente ouvir a musiquinha, muitas vezes de qualidade duvidosa que passam.

Teria eu uns quatorze ou quinze anos, quando também certo dia, descobri um programa na rádio, com um senhor a falar "daquilo". Naquele tempo sexo era tema tabu, e seria este mesmo senhor, que anos mais tarde, teria mesmo o primeiro programa a falar abertamente sobre sexo na televisão, o Sexualidades, que também rapidamente acabou de ser recambiado para um horário impróprio à maioria das pessoas, que, ou tinham de estudar ou trabalhar, porque isto de se falar de sexo na televisão era uma pouca vergonha!



Naquele programa da rádio Nova, o "Sexo dos Anjos", aprendi muita coisa. Há muitos anos que se fala da necessidade de haver a disciplina de educação sexual nas escolas, nem faço ideia se já existe ou não, mas estou em crer que o "Sexo dos Anjos" foi a minha disciplina de educação sexual, ministrada pelo professor Júlio Machado Vaz.

Mas não se pense que o programa falava só sobre sexo. Falava de sexo sim, mas abordava de tudo um pouco. Amor e relações, cenas de filmes, livros, até de futebol se falava, principalmente do Benfica claro, a perdição do professor que nasceu no Porto, e ainda respondia às cartas dos leitores. 



E foi ainda sem ter nenhuma experiência no campo sexual, que aprendi pela boca do sexólogo e psiquiatra, que as mulheres não são como os homens. Enquanto os homens são a gasolina, elas são a gasóleo, e é preciso saber esperar, aquecer-lhes bem o motor primeiro, e não fazer arranques demasiado rápidos, para que consigamos retirar dali a melhor performance possível. 

"É preciso saber em que botões carregar!"

Pois é, mas ó professor, olhe que eu na prática vim a aprender que nem sempre é assim! Nem sempre podemos generalizar como bem sabe, e melhor que eu. E eu entretanto aprendi, que nem sempre é com muitas delicadezas que lá chegamos. Às vezes, o que algumas querem mesmo, é que não percamos muito tempo com demasiadas atençõezinhas, querem mesmo é que lhes saltemos para cima, façamos arranques bem rápidos e violentos e deixemos o ponteiro sempre colado com as rotações no vermelho!

Mas ao ouvi-lo este domingo, como que fui transportado no tempo, para aqueles outros domingos, em que o ouvia, sempre, religiosamente, e apreendia os seus ensinamentos. Naqueles tempos o Sexo dos Anjos deu-me muita teoria. A prática, essa chegaria bem mais tarde. 

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Aproveitar a vida

Segunda pessoa que recentemente, primeiro uma mulher, hoje um homem, os dois a fazer pela mesma idade, que me diz, que tem pena de não ter vivido (ainda) mais no passado. E essa resignação faz-me alguma confusão, afinal as pessoas ainda estão vivas e podem viver tudo o que quiserem já hoje. Eu diria que, não deixes para amanhã o que podes viver hoje, nem penses no que poderias ter vivido, porque o passado já foi, não volta. Viver é o presente, e nem vale a pena fazer grandes projetos para o futuro, porque no futuro muito próximo estaremos todos mortos, nem vale a pena suspirar por um passado do qual só nos restam recordações que aos poucos vão sendo diluídas no tempo.

Para quê pensar que queriam, como no caso que me contavam hoje, ser transportado para o ano 2000 e saber o que se sabe hoje? Isso não faz qualquer sentido. A vida é feita de experiências, de aprendizagens e de erros, e de escolhas, mas a qualquer momento também podemos mudar tudo e inverter o rumo as coisas, afinal somos nós o timoneiro do nosso destino. O passado não se apaga, o que está feito está feito, e perder tempo a pensar no que poderia ter sido, quando se pode hoje mesmo estar a viver da tal forma que se acha que se deveria ter vivido parece-me uma perda de tempo.


via Pinterest

Ou então talvez as pessoas achem que há um tempo certo para "aproveitarem a vida". Pronto agora já tenho mais de trinta anos, ou estou casado, já tenho de viver uma vidinha estúpida!" Isto faz-me lembrar da minha avó materna quando me dizia "já não tens idade para isso" como se existisse uma idade própria para isto ou aquilo, como se tivéssemos de nos preocupar com o que os outros vão pensar de nós. E é isso que eu acho, que as pessoas perdem demasiado tempo a viver em função dos outros, e a não fazer o que realmente querem. 

E porque será que eu fiquei com a clara ideia ideia, que em ambos os casos o "não ter aproveitado mais a vida" foi "não ter pinado mais"? Conclusão a retirar: Aproveitar a vida é pinar!

domingo, 10 de agosto de 2014

Conversas de escritório

A porta da cantina estava entreaberta, e enquanto almoçava sozinho, ouvia as conversas que ecoavam vindas lá do escritório... Conversas mais ou menos banais, de gente inteligente e culturalmente acima da média. Mas o que me chamou mais a atenção, foi quando alguém (um homem) se sai com a ideia ou estudo, ou que leu não sei onde, que um homem a chegar aos quarenta ("alto isto interessa-me!") está no momento certo em que pode captar a atenção de mais mulheres.


A teoria é a de que, nunca como agora, um homem perto dos quarenta anos, é um alvo apetecível para mulheres mais novas, na casa dos vinte, que gostam ou se sentem mais atraídas por faturarem homens mais velhos; e por outro lado, têm já uma certa maturidade para mulheres um pouco mais velhas e que não se importarão nada de serem cortejadas por homens mais jovens que elas (que não crianças); e claro, um homem de quarenta anos, tem sempre o mercado politicamente correto, do mulherio da sua idade.

Olha que não está mal visto não senhor. Talvez os cabelos brancos me consigam trazer algumas vantagens....ou então não!

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Pensamento do dia

Estava aqui a pensar como tenho escrito pouco nos blogues. E de imediato tirei uma conclusão:

"Os blogues são como o sexo, quanto menos se escreve menos apetece escrever".

Tenho de seguir o conselho da genicologista Maria do Céu Santo que aconselha às mulheres: "Mesmo que não lhe apeteça fazer amor - faça! Só custa é começar. Se a pessoa ultrapassar aquela inércia de começar, excita-se e tem um orgasmo."

E eu também tenho de começar a vencer a inércia, mesmo andando mais ocupado, cansado e com menos disposição. Há que vencer a inércia do começar a escrever, que como diz a sôtora, só custa mesmo é começar, depois rapidamente lá vêm os textos fluídos de  disparates!


sexta-feira, 18 de julho de 2014

Não têm tesão e são felizes assim

"Mas aquele casal é um bocado estranho, já namoram há sete anos, nunca tiveram sexo nem são de muitos afetos e acham que assim é que estão bem". Disse-me isto uma amiga, quando ontem lhe perguntei sobre uma outra amiga dela e seu namorado, casal que conheci há uns quantos anos.  
E de imediato concordei com ela, achando também um pouco estranho, que quando duas pessoas gostam uma da outra, não queiram andar de mão dada, dar uns miminhos, trocar saliva e que na intimidade, pelo menos nos primeiros tempos, não passem o tempo a fazer a rodagem ao novo parceiro! 

Vistas bem as coisas, no fundo, é o sexo que distingue a relação de duas pessoas jovens e saudáveis que são namorados/casados/juntos, de outras duas pessoas que são "só" amigos e que até podem também partilhar casa. Mas apesar da estranheza, o que eu também disse à minha amiga, é que, se ambas as pessoas estão bem assim, ótimo, quem somos nós para estranhar ou até fazer julgamentos? Algo só é um problema quando as pessoas se sentem incomodadas com isso, quando estão (supostamente) felizes ótimo para elas. 

Mas nem de propósito, o jornal Público de hoje (edição 16/7), trás uma reportagem (que li no site) sobre os "assexuados", gente que não tem tesão nenhum, mas que curiosamente, segundo os especialistas não têm qualquer doença ou problema. Na reportagem falam que a coisa ainda foi muito pouco estudada e alguns especialistas apontam para "orientação sexual", o que não é de todo consensual e eu entendo perfeitamente.O que me parece, pelo que percebo, é que uns (como eu) orientam-se para as gaijas, outros para os gaijos, outros ainda para ambos, e este pessoal sem tesão parece-me é que não se orienta de todo!



Na reportagem do Público, falaram com uma jovem de dezoito anos, que teve uma relação recente com outra mulher. Diz que não funcionou porque ,como não tem desejo, retribuir sexualmente é como se fosse uma obrigação, e acrescenta que depois surgiram os "problemas". E aí é que está a minha dúvida sobre dizerem que não é uma doença, pois eu entendo que uma doença é tudo aquilo que não está bem connosco, tudo aquilo que "incomoda", e é lógico que para quem nunca teve qualquer relacionamento isso não é um problema, não têm desejo não se masturbam nem têm sexo, mas a partir do momento que se enfiam numa relação, isso pode ser um grave problema para a outra pessoa, porque quando um quer sexo e o outro não quer e ainda por cima se sente obrigado, chega-se a um ponto de rotura.

Já há algum tempo, vi também num documentário, uma reportagem sobre os "herbívoros" japoneses, malta nova, assexuada, que não gosta de mulheres, nem querem ter uma namorada porque isso implica contacto físico! Nem quero imaginar o horror que deve ser para eles ter de dar um beijo numa mulher, ter de lhe apalpar as mamas, quanto mais ter de lhe lamber o grelo ou enfiar o dito cujo! E não estamos a falar de casos pontuais, não, estamos a falar de grande maioria dos jovens japoneses. Gostam é de estar enfiados em casa, a jogar nas suas bugigangas eletrónicas, e caso se lhes arrebite alguma vontade, então recorrem a jogos virtuais, e em último recurso preferem usar a Tenga a uma qualquer cona verdadeira!

O que me parece é que o mundo está a mudar e muito rapidamente. Os putos passam a vida enfiados dentro de casa a jogar, socializam mas é com o telemóvel nas redes sociais durante a noite toda, estão todos ligados e são todos amigos mas é à distância, depois, como é que vão ter vontade de pinar? No fundo esta malta nova é alérgica ás pessoas e ao contacto físico, tal como muitos outros são alérgicos aos pólens. Não faltará muito para que um dia destes, dar umas trancadas seja olhado como uma coisa medieval e nojenta, e os órgãos sexuais serão meros apêndices, vestígios de um passado longínquo em que o ser humano para se reproduzir tinha obrigatoriamente de ter contacto físico. 

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Amar a sério

Ontem à noite, depois de jantar, apanhei na RTP uma reportagem que pretendia dar uma ideia de como se vive a sexualidade em Portugal nas diferentes idades, e que abordou até junto de uma investigadora que se dedica a estudar estas coisas "chatas" do sexo, quais os fatores recentes que contribuíram para uma mudança de comportamentos. Explicou a senhora que identificou três  fatores: O "25 de abril", as telenovelas brasileiras e a Internet. Mas quase nada do que foi mostrado ao longo da reportagem me surpreendeu, nem mesmo o facto de em 1960 só 1,1% dos casamentos dar em divórcio, ao passo que em 2012 subiu para os 73,4%!

O que me chamou realmente a atenção, foi quando a jornalista, vestindo a pele de Carrie Bradshaw do Sexo e a Cidade deixa a pergunta: "Mas haverá quem faça da traição uma forma de manter o casamento?" 
E então entrevista uma senhora que, com a cara oculta por uma planta e voz modificada, e já com idade para ter juízo e saber bem o que quer - também se não é depois dos cinquenta nunca mais seria! - começa logo por esclarecer muito bem as coisas para que não hajam dúvidas nos telespetadores: "Eu amo o meu marido. Mas amo-o a sério!" Claro que ama, aliás, quem sou eu para julgar quem quer que seja, ainda para mais uma pessoa que desconheço, mas quis-me parecer que a senhora ao afirmar o que disse, quer antes de mais convencer-se disso a si mesma, para que continue tudo bem na sua cabeça. Aliás, não deixou de ser até caricato que, depois ter ter afirmado solenemente que o ama, seguidamente explica todas as razões do seu descontentamento para o trair! Mas ama-o a "sério". Claro.


E de seguida abordou-se um desses sites que se dedicam a permitir o contacto entre pessoas casadas que querem dar umas trancadas mas sem ninguém saber, como aliás convém para manter as aparências da boa moral e dos bons costumes. E a tal senhora que ama o marido "a sério", acaba por confessar que se apaixonou por uma pessoa que conheceu no tal site. E isto não deixa de ser curioso, pois recentemente conheci dois casos em que me disseram "Ah, eles conheceram-se num site de sexo, deram umas trancadas e depois começaram a namorar". E isto deixa-me realmente a pensar.

Depois a senhora, volta a meter os pés pelas mãos referindo que "todas" aquelas pessoas que estão naquele site "não precisam pagar para ter sexo", quando a jornalista anteriormente tinha dito que os homens pagam 30€/mês para poderem estar no site! Pequeno detalhe sem importância!

No fundo este site é um excelente modelo de negócio e um enorme exemplo de empreendedorismo! Então é assim, no fundo o site contrata mulheres de borla, como esta senhora que ama o marido a sério e depois prostituem-nas junto dos homens que querem dar umas trancadas, ganhando dinheiro agindo como se fossem verdadeiros chulos e elas uma verdadeiras putas! Mas é tudo virtual, muito bem engendrado! Sublinho que foi muito bem engendrado só é pena, e parece que ninguém reparou ainda no pormenor, de violar claramente o princípio da igualdade consagrado na Constituição Portuguesa. E, neste caso, o violar por acaso até se aplica na perfeição! 

Foi dito que o site nasceu na Holanda, não sei se a representante em Portugal alguma vez leu a Constituição Portuguesa, mas ela é muito clara quando fala no princípio da Igualdade: 

"Ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual." 

Acho que é por demais evidente que neste caso, as pessoas registadas do site que têm um pénis são descriminadas em favor das que têm uma vagina.