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segunda-feira, 1 de maio de 2017

Oração à Santa Vacina

Rezemos todos a oração que a Indústria Farmacêutica nos ensinou:

bigtitsphoto.org


Santa Vacina, que estás nas Farmácias, 

Santificado seja o Vosso nome

Venha a nós a vossa Ciência, para encher os bolsos da Indústria Farmacêutica,

Seja feita a Vossa vontade, senão obrigamos todos a tomá-las.

A espetadela da seringa nos dás hoje, só nos fará bem,

Perdoais os hereges que não as querem tomar,

porque nós queremos queimá-los na fogueira.

Não nos deixeis pensar pela nossa cabeça, 

e livrai-nos de todas as doenças.

Ámen

sexta-feira, 17 de março de 2017

Mulher a Condizer

Ora bem, com estes óculos, depois tinha de arranjar uma namorada a condizer!! Acho que poderia ser uma coisa assim:

Via Pinterest
Ou assim:

Via Pinterest
Ou então ou pouco mais formal:


Esperem! Para tudo! Esta! Esta sim seria os meus óculos-metade!

Via Pinterest

sábado, 4 de fevereiro de 2017

Até na Morte dos Outros se Metem!

Já gostava de ouvir o Bruno Nogueira (com João Quadros) quando faziam o Tubo de Ensaio. Sei que entretanto está na rádio pública com o Mata-bicho, mas por causa das minhas rotinas nunca apanho o programa no carro. Por mera sorte, ontem, sexta-feira, liguei o rádio no trabalho e apanhei o programa. Bem potente como é habitual nestes dois. Não há cá vaselina ou lubrificantezinho para facilitar a assimilação. Não, tomem lá disto, que vai assim a frio e tudo! O tema era a Eutanásia, ou melhor, como é que vai a discussão sobre tema nas televisões. E pelo que parece que não estou a perder grande coisa! 

Endereço para o programa completo no fundo do texto
Por cá regressou o tema da eutanásia e eu e eu só aguentei cinco minutos de Prós e Contras sobre a Eutanásia, e depois tive de desligar a máquina. Faz-me uma confusão porque, o assunto é Eutanásia mas parece que estamos a discutir o "Nóstanásias". Chatos, muito chatos! Até na morte dos outros se metem! Uma pessoa nem em coma tem sossego! Eu conheço malta que é contra a Eutanásia mas a favor da pena de morte, e o mais admirável é que conseguem vestir-se sozinhos!

Vamos fazer um ponto da situação:
Fazer um referendo sobre a Eutanásia é do mais estúpido que existe. As pessoas são demasiado supersticiosas. Se põe um Sim no "A favor da morte assistida", acham que lhes vão dar azar. Um exemplo da superstição e de argumentos da idade das trevas foi o debate de quarta-feira na TVI - eu agradecia que alguém me explicasse o que faz um padre num debate sobre a Eutanásia - um padre porquê? Faz mais sentido um nadador salva-vidas, ou então uma couve, que ao menos já está no estado vegetal desde nasceu e tem algum conhecimento do tema. 

Vamos combinar uma coisa antes de irmos acampar. Se querem discutir a Eutanásia como deve ser, com uma base científica, façam o favor de deixar de fora o pessoal das religiões e os cangalheiros. Estou convencido que se fosse hoje, a igreja, não deixava morrer Jesus Cristo. Ah mas eu preciso morrer para depois ressuscitar... Ah nem pense nisso Sô Cristo, vai ali ficar ligado à máquina até ter cotão nas chagas. Não, não pode ser, se eu não morrer quem é que vai salvar a humanidade?
Oh sô Jesus, já lhe disse que todos os dias é lavado por uma enfermeira? Não. Então se calhar o Pai que espere. 

Começa logo aqui a lavagem cerebral. 
Um padre católico num debate sobre a Eutanásia é mesmo para inflamar as alminhas. Dizia o padre, de seu nome Américo Aguiar:
"Os portugueses não querem uma morte assistida, querem uma vida assistida". Volta Lili Caneças, estás perdoada! Eu ainda não percebi bem, mas esta malta não está ansiosa para ir ter com o criador?Não me digam que Deus gosta de congelados. No final do debate da TVI, que incluiu expressões como "mandar matar" em vez de Eutanásia, o padre virou-se para a deputada Isabel Moreira e disse: "Isabel, eu não desisto de ti". Provavelmente o padre Américo vai mandar nudes. Muito gostam os padrecos de se meterem em tudo. Que pena não haver extrema-unção em genérico, assim mais barato e dada por um civil a ver se ele gostava de ver os outros a meter o bedelho naquilo que é dele. 

Mata-bicho

domingo, 1 de janeiro de 2017

O Primeiro Peido do Ano

Passavam poucos segundo da meia-noite, 2017 acabava de entrar e eu acabava de me peidar! Não foi assim um peido grandioso, daqueles a sério, que parece que saiu dum trombone! não, foi assim um peidito foleirito, que nem emite grande som, daqueles que parece que estavam em modo silencioso.



Estranhei. Ao pé de mim não estavam vários jornalistas e câmaras para fazer a cobertura do evento, para saber a hora exata a que o peido foi expelido, ou a que velocidade saiu? quanto pesava o peido? se eu pretendia dar mais peidos no futuro? ou, como se chamava o peido?  

Tu queres ver - pensei eu - que não ganhei o prémio de primeiro peido do ano?

terça-feira, 6 de setembro de 2016

O Amor que tudo avaria

Depois de ter acabado de fazer uma enorme cagada e ter perdido, só, um dos posts que mais trabalho me deu no Bucólico, fui pegar no disco externo, onde tenho uns milhares de fotografias guardadas, e onde até nem estão as fotografias que preciso para reescrever tudo de novo, e tropecei nesta imagem do meu ambiente de trabalho do computador da empresa onde estive anteriormente. 

Percebe-se que estávamos no dia oito de julho de 2009. 
O computador arrancou, a 25Km de minha casa,  às 7 horas e dois minutos da manhã. 
Um mês antes tinha conhecido, pela primeira vez, uma amiga e o amigo dela com a namorada. A namorada que ela detestava. Foi na Maia, num concerto de Moonspell. Curioso como estive com elas o mês passado. E são as melhores amigas já há alguns anos, enquanto que do amigo e ex-namorado nem sinal. Passaram sete anos. Até dizem que se uma pessoa é nossa amiga durante sete anos, o mais provável é sê-lo para o resto da vida. Mas há exceções, eu sou uma exceção. Claro!


Pouco depois das onze da manhã, quando já estava a trabalhar há mais de quatro horas, consigo contar pela imagem onze janelas abertas: quatro programas da empresa, três sites abertos, uma nova mensagem de email a ser escrita e o bloco de notas. 

E eis se não quando, algo quebra a minha rotina, que de tão agitada que era, queimou-me certamente uns quantos neurónios. Mas como terei achado deliciosa esta frase deste cliente.

Não é que quando ele escrevia a palavra "AMOR" o equipamento se reiniciava?! Quão ironicamente isto é delicioso? Digam-me lá se isto não parece um erro de sistema maquiavelicamente  programado de propósito? 

Olá...  A+M+O+R e puuuffff !!! Olá A+M+O+R e pufff !!! 

Pois é! Se calhar era um sinal! 

Eu acho que se calhar é mesmo caso para dizer que o amor tudo avaria!


segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Cu e ancas

"Tu até tens um cu e ancas jeitosos. Melhor que algumas bailarinas"!

E pronto, é isto que uma mãe diz a um filho da minha idade!



Mães! Acham sempre que os filhos são os melhores. Se eu quiser ter realmente uma opinião avalizada sobre o assunto, talvez seja melhor buscar opiniões mais independentes!

domingo, 14 de setembro de 2014

Iron Maiden para Coelho e Portas

Passava hoje pela feira medieval de Leça do Balio, que parece que também mudou de nome (ao menos parece que não tem borboletas) e seguiu também a moda da cobrança de entradas - e deparo-me com uma exposição (a mesmíssima exposição - boceeeejo - de todos os anos) de reproduções de artigos de guerra e objetos de tortura, e observava a beleza de uma peça em particular. 

De imediato me surge o pensamento que, com jeitinho, se conseguia meter o Portas e o Coelhinho ali dentro.... Já agora, se ainda sobrasse espaço podia-se também ainda convidar o Camilo Lourenço a entrar...

Portas, Coelho: Olha ali dentro o milagre económico!...Puuuum!

... e fechar-lhes a porta!

E porque não criar uma espécie de cavalo de Tróia, em formato "dama de ferro" gigante, convidar um sem número de gente a entrar lá para dentro, e encerrá-los lá para todo o sempre?! 

Quanto à feira, seja com o nome antigo, ou a "nova" feira com o novo nome, é para não repetir.



sábado, 1 de março de 2014

Desempregado abonado II

Continuo a viver acima das possibilidades do nosso primeiro-ministro, que coitado, não tem dinheiro para bacalhau. Hoje jantei de novo o peixe dos abonados, uma bela punheta de bacalhau. Passos, rói-te de inveja.








quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

domingo, 15 de dezembro de 2013

Há solução mas não há jagunço

Na sexta-feira, apanhei já a meio, "A solução" dos Gato Fedorento para salvar o país das garras dos opressores. Os rapazes trazem de novo a figura brasileira do jagunço, que todos ficamos nas novelas brasileiras dos anos setenta e oitenta. Mas o jagunço não é propriamente aquilo que os quatro humoristas nos mostraram neste primeiro episódio depois de quatro anos só a fazer publicidade. Na rábula foram recrutar uma personagem americana dos filmes de ação, e propuseram-lhe, a troco das melhores iguarias do país, acertar o passo aos membros do governo.

Zeca Diabo: Cangaceiro e Matador

O escolhido para mercenário foi Steven Seagal, o quase sempre herói improvável, que nos filmes de porrada, que com uma simples toalha e uma bola de bilhar aviava dezenas de gaijos. Mas lá está, a meu ver poderiam muito facilmente ir buscar Lima Duarte que interpretou o mítico Zeca Diabo que em O bem Amado, que acaba mesmo por assassinar o prefeito Odorico, o político corrupto de Sucupira. Seria sempre uma opção mais coerente com a terminologia usada e uma personagem mais conhecida do público português. E esta ideia, esta "solução" que o gato mal cheiroso trouxe para o país sair da crise, acertando o passo à canalha que  nos governa, também não é nenhuma novidade. O próprio ancião Soares, de vez em quando faz uma pausa na sua longa sesta e vem dizer precisamente o mesmo, que por muito menos, enfiaram uns balázios no D. Carlos.

E o que o homem pretende, não é para o governo mude a sua política. Ele vem é precisamente espicaçar a pasmaceira em que vivemos, e ver se há alguém com tomates (ou ovos) suficientes para fazer o trabalhinho de jagunço que tem de ser feito.

Mas por outro lado é preciso muito cuidado com os mártires. Em Sucupira, Odorico, o governante corrupto, ensaiou a sua própria morte - e até ia morrendo mesmo! - mas acabou por sair da campa ainda mais revigorado do que estava antes. O povo português é burro, inculto e não tem memória, e se por algum acaso acontecesse mesmo alguma coisa aos nossos pequenos ditadores, no dia seguinte, estavam todos a chorar a sua morte.